Aborto

O aborto só é permitido no caso de estupro, perigo à vida da mãe ou anencéfalos (por autorização do STF).

Muitas pessoas acham que toda mulher teria direito a dispor de seu próprio corpo e abortar se quiser, mesmo o feto sendo saudável, gerado sem estupro e mãe não correndo risco de vida, independentemente da vontade do pai – outros defendem que o pai precisaria consentir também.

Já as opiniões divergentes, de influência humanista ou religiosa, defendem que a vida do feto deve ser preservada a qualquer custo – algumas são de acordo com o aborto já autorizado pela lei, e outras, que o aborto não deveria ser liberado em nenhum momento, e que ainda diminuiria a taxa de nascimentos.

O impacto social da liberação do aborto poderia ser a diminuição das consequências dos abortos ilegais, cometidos por mulheres em clínicas clandestinas onde elas podem até perder a vida por um procedimento ineficiente – que pode ser realizado por alguém que nem médico é, inclusive. Entretanto, isso tudo poderia ser evitado com planejamento familiar e uso de anticoncepcionais de forma efetiva, o que não sustentaria a tese dos benefícios da liberação do aborto.

Defende-se que a sociedade deve preservar a vida, pois cada vida perdida é um potencial desperdiçado, fora que o direito à vida é essencial à condição humana. O que a lei já determina sobre o aborto não deveria aumentar, mas reduzir.


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